Agora vamos conhecer as regras por tras do sistema Venturo
Depois de um certo tempo, na criação de um universo, inicia-se a origem da vida. Ela sempre vai existir, seja de forma natural ou divina. Seja na dimensão Rerbald, onde a vida pode surgir naturalmente, dando origem a diversas raças. Quanto nas demais dimensões Rordy e Rarcon, onde é mais comum surgir através das divindades dessas dimensões.
Porem, para que aja a vida, deve também existir condições favoráveis a isso. Por isso de cara, no início de um universo, não temos nenhum indício de vida. Até mesmo as divindades primordiais, no início de seus universos ficam adormecidas por milhares de anos, até que o mesmo seja proveniente a vida. Normalmente as divindades acordam na idade das trevas.
Em todo universo criado, leva-se aproximadamente 1 bilhão de anos Terrestres para começar a surgir as galáxias, sistemas planetários, e consequentemente a vida. As divindades primordiais acordam muito antes disso e começam a escrever a história de seu universo.
Então no começo tivemos o Big Bang, que deu início a inflação do universo, tendo uma duração de 400 mil anos. Depois disso tivemos a idade das trevas, e somente 400 milhões de anos após o Big Bang tivemos os primeiros raios de luz, dando origem as primeiras estralas, galáxias e vida. 13,7 bilhões de anos depois estamos aqui.
Um universo tem um tempo limite de vida, ele não é infinito. E nesse tempo, raças e deuses nascem, fenômenos naturais acontecem, ciclos se repetem. Até que em algum dia, tudo se inicie novamente.
Esse é um fenômeno que ocorre nas três principais dimensões que abrigam vida. Estou explicando isso, porque esse conceito vai auxiliar na criação e alocação de uma raça inteira em um período de tempo dessas eras.
A Via Láctea, que é a galáxia principal do Sistema Venturo, é uma galáxia que teve sua origem no começo dos surgimentos das galáxias, tendo também 13 bilhões de anos de idade. Então podemos dizer que desde o surgimento das galáxias, a via láctea já estava nascendo. E nesse mesmo período já havia sistemas estelares propensos a vida.
Agora vamos falar da evolução de Raças. Quando criamos uma raça no Sistema Venturo, podemos ter quatro níveis de evolução principal para a mesma, ou seja, para uma mesma raça podemos ter quatro versões delas que caracterizam suas eras evolutivas.
Os níveis de evolução nos indicam se aquela raça ainda está na em uma era Primitiva, Antiga, Moderna ou Futurista. Esses níveis controlam diretamente o Nível Tecnológico da raça. E isso é melhor explicado nas regras de criação de raça.
Uma raça contem um tempo médio de evolução de um nível para outro. Algumas evoluem mais rapidamente, outras mais lentamente. Isso tudo vai depender de quem está criando a raça. O tempo médio de evolução de um nível para outro são:
É importante intender isso para saber onde encaixar sua raça na linha do tempo do universo. Você pode começar a criar sua raça, por exemplo, no nível 3. Ela não precisa necessariamente ter histórias do nível 1, 2 ou 4. Mas deve sim ter uma explicação do tempo que ela teve em cada uma das evoluções anteriores a sua evolução atual. Então como estou criando ela no nível 3, eu sou obrigado a dar uma leve explicação dos níveis 1 e 2.
O universo tem 13.7 Bilhões de Anos, e com isso, temos uma linha do tempo imensa para alocarmos nossas raças. Por conta disso esse valor foi quebrado, gerando assim alguns atributos na linha do tempo do universo.
O primeiro deles é o Starvys, que é gerado a cada 1 Bilhão de anos. Então, logicamente dizendo, o universo atualmente contem 13 Starvys. Essa é a unidade usada na criação de um universo (Você intenderá melhor sobre isso no livro da criação).
Cada Módulo contem 10 divisões, cada uma valendo 100 milhões de anos. Essas divisões são chamadas de: Vux, Dak, Gal, Lot, Rys, Tak, Bor, Zor, Dos e Ren. Dentro de apenas uma dessas divisões, podemos ter a origem de diversas raças, que podem ser destruídas ou não nesse mesmo período.
Cada uma dessas divisões contem um atributo chamado Dyvs que é dividida por 1000. Assim cada unidade desse atributo equivale a 100 mil anos.
É assim que dividimos a linha do tempo do universo para compor as raças. Então você pode definir uma raça com o seu nível evolutivo na 13 Starvys, divisão Rys, Dyvs 59 ou 13-5-59 ou Starvys 13 Rys 59. Isso significa que a raça nasceu em algum período da quinquagesimal nona Dyvs, ou seja, em algum lugar num período de tempo de 100 mil anos.
Um período de 100 mil anos é o suficiente para que uma raça chegue ao nível 4, ou seja, uma raça chega ao nível futurista na mesma unidade Dyvs que ela nasceu (isso se ela não for criada já no nível 4), já que o tempo máximo do nível 1 ao 4 é de aproximadamente 10.000 anos ou 1/10 da unidade. Após o nível quatro, a raça evolui somente seus níveis tecnológicos ao máximo.
Porem uma raça pode ter um tempo de vida de apenas uma única unidade de 100 mil anos. A extinção de uma raça pode ocorrer por muitos fenômenos, dentre eles: Destruição natural, destruição pela própria raça e destruição divina.
No começo desse capítulo podemos observar a linha do tempo geral do nosso universo de uma forma bem resumida. Aqui abordaremos quanto tempo depois de um big bang a vida realmente surge no universo.
De forma resumida, no começo do universo, nos seus primeiros segundos tivemos a conversão de energia em matéria, essa foi a Fase das Partículas. Logo depois começou o surgimento das galáxias (Fase Galáctica) no qual já existiam as estrelas. Entretanto, em um universo jovem só temos Hidrogênio e Hélio. E graças a isso, não existia vida.
Graças a Fase Estelar o universo foi enriquecido com elementos mais pesados. Conforme o passar das gerações de estrelas, as supernovas presentearam o universo com todos os elementos que temos hoje, como por exemplo, o Carbono que é responsável por nossa existência.
Com essa diversidade de elementos químicos tornou-se possível o surgimento de Planetas, dando origem a Fase Planetária. Os planetas que nos interessa não são feitos de Hidrogênio ou Hélio, pois os planetas que nos permite a existência da vida são feitos de rocha, ou seja, materiais pesados. E para surgir esses materiais demorou bastante tempo.
Expliquei tudo isso para dizer os períodos de 1 Bilhão de anos (Starvys) que podemos escolher para iniciar a criação de uma parte do universo. Nesse caso, entre os períodos de Starvys 2 a infinito.
Normalmente quando você escolhe criar seu universo do zero, toda a sua criação pode-se passar em uma única Starvys. Dificilmente alguém usa mais de uma para compor seu universo.